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VOCÊ SABE QUAL É O MOMENTO CERTO DE TROCAR OS PNEUS?

Quinta-Feira, 26/01/2012

Bridgestone dá dicas aos proprietários de veículos sobre a vida útil dos pneumáticos

A troca dos pneus é sempre um momento de dúvidas para os motoristas. Muitos não sabem se os dois jogos (dianteiros e traseiros) devem ser substituídos ao mesmo tempo. Outros acreditam que é possível recauchutar pneus velhos. E há ainda aqueles que entendem que o que importa é o prazo de garantia. O que se pode dizer é que existem muitas variáveis que podem determinar o momento certo para realizar a troca dos pneus.

José Carlos Quadrelli, gerente geral de engenharia de vendas da Bridgestone do Brasil, explica que a vida útil de um pneu depende de vários fatores. “Pode variar de acordo com o tipo de pneu (radial ou diagonal), com o volume de carga transportada, a maneira como o motorista conduz o veículo (freadas, arranque, curvas etc.), o tipo de estrada onde o veículo trafega, o clima, a manutenção correta e muitos outros aspectos”, salienta.

Desta maneira, o motorista pode adotar como principal indicativo de que é hora de substituir os pneus os indicadores TWI (Tread Wear Indicator). “São ressaltos de borracha que ficam nos sulcos dos pneus e possuem 1,6 mm de profundidade. Quando chegam ao seu limite, sinalizam que o pneu deve ser trocado, pois passou a ser considerado ‘careca’, interferindo na segurança e se tornando passível de autuação pelas autoridades de trânsito”, explica Quadrelli.

Os TWIs também servem para auxiliar o motorista para que este verifique se o pneu está com desgaste irregular, o que pode indicar a necessidade de se realizar procedimentos básicos de manutenção dos pneus, como calibragem, alinhamento e balanceamento, já que em alguns casos o pneu pode estar mais gasto em algum sulco do que nos demais. Por isso, é necessário ficar atento. Se o problema não for solucionado em tempo, corre-se o risco de reduzir a vida útil do pneu, acarretando em prejuízos. Sem contar que trafegar com os pneus no limite TWI total ou parcialmente, gera dificuldade de frenagem, prejudica a dirigibilidade, a aderência no solo e representa um grande risco para a segurança do motorista e de seus passageiros. A regra TWI só não é válida para pneus com bolhas, rasgos ou perfurações, que nestes casos devem ser substituídos imediatamente.

Outro ponto importante que gera dúvidas frequentes por parte dos motoristas se refere à quantidade de pneus a ser substituída. “O recomendado é trocar os quatro pneus ao mesmo tempo, caso tenham sido utilizados de forma uniforme. Isso possibilita que estejam todos nas mesmas condições. Porém, caso não seja possível a troca dos dois conjuntos, o par de pneus novos deve ser colocado no eixo traseiro, que é a responsável pela estabilidade do veículo”, recomenda Quadrelli.

No que se refere às especificações dos pneus, o ideal é seguir as orientações do manual do veículo. “O modelo descrito no manual é definido por meio de uma avaliação rigorosa, que envolve o peso do veículo, distância dos componentes, altura do veículo, potência do motor, comportamento dinâmico do veículo e outros aspectos importantes”, diz Quadrelli. Quando o pneu original é substituído por outro com especificações diferentes, pode comprometer o desempenho e segurança do veículo. O mesmo é válido para o uso de diferentes marcas de pneus num mesmo veículo. Não se deve misturar, cada marca tem características diferentes, como as ranhuras na banda de rodagem que tem grande influência na dirigibilidade especialmente em dias de chuva. As ranhuras são responsáveis pelo escoamento da água no contato com a pista.

Na hora de escolher um novo pneu, é necessário saber a largura, a altura (ou série) e o aro, além do índice de carga e símbolo de velocidade. Se o motorista não possuir o manual, deve entrar em contato com a montadora para obter tais informações. Caso o pneu velho seja original, é possível verificar estas informações em suas laterais. Onde constam dois números separados por uma barra estão indicados largura e altura. A letra indica o tipo (radial ou diagonal) e o número seguinte trata-se do aro da roda. Desta maneira, o pneu 175/70 R13 tem 175 mm de largura de seção, e 70% da largura de seção de altura, é radial e monta em rodas de aro 13 polegadas. Se não houver letra é diagonal.

A lateral do pneu também traz a informação de sua data de fabricação e não de validade. Afinal de contas, é impossível estabelecer um prazo de vida útil para um item que depende de tantos fatores.

Vale lembrar que não é recomendável o uso de pneus recauchutados para carros de passeio. Segundo Quadrelli, este tipo de pneu não é produzido com estrutura para receber recapagem, diferente dos pneus de veículos pesados (caminhões, ônibus) que já são fabricados para esta finalidade.

O pneu é um bem durável e importante item de segurança. Existem hoje no mercado marcas variadas e diversos níveis de qualidade. Por isso é importante que sejam levados em consideração na hora da compra alguns fatores, tais como a garantia do produto – a lei determina três meses de garantia e a Bridgestone oferece cinco anos de garantia contra defeitos de fabricação; a qualidade da matéria prima empregada; o suporte oferecido antes, durante e após a compra; e a coleta e destino adequados dados aos pneus descartados.

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